26 abril 2016

O curso de psicologia #3: PsicologiaXPsiquiatria, onde trabalhar, mercado de trabalho...

Gente, esse vídeo já estava editado e gravado há mais 8 de meses, mas não sei por qual motivo eu me esqueci completamente de enviar no Youtube e postar aqui. 
Engraçado é que a cada vez que vejo esses vídeos eu percebo o quanto eu já mudei e cresci, mesmo em poucos meses, com relação à graduação. Se eu fosse gravar esse mesmo vídeo hoje, com certeza sairia bem diferente e eu falaria as coisas de forma bem distinta. Não que tenha falado algo errado, mas acho que agora conseguiria falar as mesmas coisas de forma mais madura. 
Acho que saiu muito simplista, talvez até reducionista sobre os assuntos, mas apesar de achar isso um ponto negativo, entendo que também tenha que ser numa linguagem e dinâmica mais acessível, pois nem todo mundo que vai assistir está inserido no mundo da Psicologia. Aos amigos de graduação e formação, entendam esse lado, hahaha.
Mais pra frente eu regravo, mas pra não perder essa oportunidade e não jogar fora todo o trabalho que tive, aqui vai o 3º vídeo do vídeo de 1h que gravei e tive que cortar em partes, hahahaha. É isso, beijo!



É isso! Espero que gostem e que ajude de alguma forma, esse sempre foi o objetivo! 

13 abril 2016

1 filme, 1 palavra, 1 música

Olá, pessoas! Ando sumida, mas estou viva (e bem!). Só muito agarrada com coisas da faculdade (último ano, TCC, monitoria, sabem como é) e com os cuidados com o Álvaro. Essa semana resolvi revisitar alguns blogs que gosto muito e encontrei no Medo da Pressa essa ideia que achei incrível: uma categoria chamada "1 filme, 1 palavra, 1 música", em que você cita aleatoriamente esses três. Resolvi trazer e adaptar aqui pro blog, espero que gostem de acompanhar.



Mesmo se nada der certo (2013)



Eu assisti esse filme já faz um tempo e amei tanto que saí indicando pra todo mundo. Muitas pessoas tinham me falado pra assistir, mas sabe aquele filme que você tem preguiça e enrola até não poder mais pra assistir? Era assim com esse. Até que numa tarde preguiçosa resolvi assisti pra passar o tempo e fiquei simplesmente apaixonada: pela trilha, pelas interpretações, pelo roteiro que me surpreendeu (achei que era aqueles filmes juvenis, mas nem tanto). As canções do longa convencem por sua qualidade e seus atores convencem como músicos.
Ainda que leve a momentos catárticos pela música, Mesmo Se Nada Der Certo não é o filme sobre metamorfoses que aparenta ser. O encontro entre seus personagens não transforma, leva à aceitação - eles apenas passam a compreender a própria história. A música leva ao autoconhecimento e esse é o caminho para a evolução.
"Keira Knightley vive Gretta, uma jovem compositora sem confiança no próprio talento que se vê sozinha em Nova York depois de perder o namorado (Adam Levine) para a fama. Mark Ruffalo é um produtor musical desprestigiado por suas escolhas profissionais e pessoais. Ele a vê tocando sozinha e visualiza o que ela poderia se tornar. Uma epifania ébria que pode salvar os dois."


Aceitação. 
Acho que essa é a palavra que vem à mente quando penso nesse filme, e uma palavra que me tem sido muito cara. Acho que a aceitação faz parte da vida e, se temos fé, e cremos em algo maior que nós, devemos aceitar, confiar e agradecer tudo que vem e tudo que vai.



Claro que eu não poderia deixar de escolher a minha música favorita da trilha do filme, na voz do lindo e maravilhoso Adam Levine (que aliás, está mais maravilhoso ainda no filme! Assistam). 
Vocês podem ouvir a música e, de quebra, espiar algumas cenas do filme (as melhores, diga-se de passagem). 
Amei tanto essa música que fiz minha amiga Pâmela (que foi influenciada a assistir o filme por euzinha aqui) gravar um cover dela espacialmente pra mim, hahahaha.



O cover da minha amiga:



Alguém aí já assistiu o filme? Ficou com vontade de assistir? Me contem nos comentários.
É isso! Espero que tenham gostado da "nova" categoria aqui do blog. Em breve volto com mais. 

11 março 2016

Canais no Youtube que me ajudam a ser uma pessoa melhor


Sempre procurei ver e usar a internet não só como uma ferramenta de entretenimento, mas também de aprendizagem, não só intelectual, mas em todos os sentidos. Uma ferramenta importante, poderosa, potente. Capaz de mudar ou destruir o mundo, dependendo da forma como for utilizada.
É por isso que gosto de acessar e também divulgar espaços que procuram de alguma forma acrescentar coisas positivas à nossa vida. Não que a gente também não precise de entretenimento e coisas que nos façam distrair um pouco a mente do cotidiano, mas não posso deixar de compartilhar com vocês alguns canais que acesso quando posso para aprender um pouco mais e buscar me tornar uma pessoa melhor. Espero que gostem.



Eu comecei acessando primeiramente o site, o Portal Namu, onde há um infinidade de informações tão ricas que é preciso cuidado pra não se perder. Dá vontade de aprender tudo que existe no mundo, pois tem um pouco de quase tudo lá no site. E o canal não fica atrás. É uma infinidade de vídeos maravilhosos e instrutivos sobre os mais diversos temas, como yoga, alimentação, corpo e mente, sustentabilidade, cuidados pessoas. Tudo que eu amo aprender.



O Natural Vibe eu conheci também a partir do site colaborativo e só depois descobri o canal no Youtube. Eu sigo a Luana, a fundadora da plataforma, no Instagram e também recomendo, pois ela tem postagens inspiradoras. O canal não é atualizado com muita frequência, mas os poucos vídeos que foram postados até hoje são altamente instrutivos e acrescentam MUITO. Corram lá.


Fundada em 1981 por Sri Sri Ravi Shankar, A Arte de Viver é uma organização humanitária e educacional, sem fins lucrativos, engajada em iniciativas de controle do estresse e serviços sociais. A organização opera globalmente, em mais de 152 países. Para ajudar as pessoas a se livrar do estresse e experimentar a paz interior, a Arte de Viver oferece diversos programas para eliminação do estresse, incluindo técnicas de respiração, meditação e yoga. O canal da organização oferece um incrível e rico material gratuito e acessível para refletir, conhecer e estudar alguns temas. Vale a pena acessar e conferir.


Há dois anos fiz um post aqui no blog sobre o canal da Flavia Melissa. O canal dela tem centenas de vídeos que falam sobre desenvolvimento pessoal, gratidão, espiritualidade, relacionamentos, entre muitos outros temas que causam reflexões sobre o lado emocional e espiritual de cada um. Ela é muito simpática, sorridente e irradia uma energia maravilhosa. Também sigo ela nas redes sociais pra estar sempre em contato com as suas constantes reflexões.


Eu sigo a Bianca há muito tempo nas redes sociais e no seu canal no Youtube. Ela tem uma positividade e energia que me contagiam e me fazem querer alcançar cada vez mais um estado além. No seu canal, além de compartilhar suas viagens, emoções e rotina, ela também posta vídeos reflexivos, onde espalha um pouco dos seus pensamentos e sua luz. Adoro demais ver o crescimento dela. É inspirador!


Por último, mas talvez o mais importante, o canal que revolucionou a era das internet, haha, o Jout Jout Prazer. Não preciso nem dizer nada, pois é declarada minha paixão por essa mulher, sua naturalidade e sutileza ao abordar temas tão importantes e tão delicados às vezes. Sempre com bom humor, desenvoltura e sempre colocando o dedo nas nossas feridas e nos fazendo rir de coisas que nem imaginaríamos algum dia. Por mais espontâneos e engraçados que os vídeos possam ser, a maioria deles busca trazer uma reflexão, ainda que pareça ser sobre algo corriqueiro ou pouco importante. Com certeza sou uma pessoa melhor depois que Joutjout apareceu em nossas vidas.


É isso! Espero que tenham gostado! Vocês conhecem e/ou costumam acessar algum desses? Me contem nos comentários! Deixem dicas dos canais que vocês mais gostam também. Beijos!

10 março 2016

Viver


Eu não sobreviveria entre arranha-céus. Sempre quis ter a coragem dos que enfrentam a capital de peito aberto, dos que pulam carnaval nas grandes avenidas, dos que dizem tchau e vão mergulhar de ponta, da ponte, nas profundezas do mundo. 
Eu nunca passei daquela que todas as tardes no café deixava o biscoito cair com a manteira virada pra baixo, que fechava a janela todas as noites espreitando a lua e dando suspiros sinestésicos de alívio e impotência. 
Não quero chegar ao fim da vida arrependida de todas as coisas que não fiz e espero que o Universo seja bondoso o suficiente pra me conceder saúde e alguns anos pra realizar apenas um bocado dos muitos sonhos que tive acordada, na zona de conforto.
Ah, a juventude... sempre mal aproveitada. Burrice? Medo? Insegurança? Meu rosto formiga e o sono vem vindo. Olho meu corpo magro no espelho, coloco aquele pijama velho e desbotado e digo a mim mesma que o futuro será generoso. Não com minha aparência, mas ao menos com minha força de vontade pra viver mais depressa. Chega de andar devagarzinho.

Achado de 21.01.2015.

08 março 2016

Sagrado feminino


Algumas mulheres em todo o mundo se orgulham tanto de sua condição que seguem uma filosofia de vida chamada "Sagrado Feminino". Esse estilo de vida - que vem sendo adotado pelo público feminino há milênios - oferece ensinamentos sobre nosso corpo, nosso emocional e nossos ciclos femininos, e ainda orienta de que forma podemos harmonizá-los com a natureza.

Isso significa que quando as mulheres passam a se desligar um pouco do mundo tecnológico e rotineiro, ou seja, buscam descobrir mais sobre si próprias, se interiorizando, percebendo melhor seus instintos, suas vontades e seus ciclos femininos (como a menstruação e a gestação), elas relatam que o mundo a sua volta - e aquele que existe dentro delas - parece mudar. É como se uma nova consciência as abraçasse.

Sagrado Feminino é um resgate e ao mesmo tempo uma reorientação de uma sabedoria natural e antiga que reintegra aos valores do feminino como um todo, no campo social, pessoal, psicológico, religioso, espiritual, cultural, educacional, etc além de um encontro com uma consciência ecologicamente e eticamente correta.


Mas, o que seria esse FEMININO?

Primeiro, precisamos entender o que seria esse Feminino. Porque percebo muitas mulheres que resistem a adentrar qualquer trabalho voltado para mulheres, por uma profunda rejeição às coisas de mulheres. Àquelas coisas sabe: engravidar, usar rosa, ser sensível e acolhedora, usar maquiagem, falar de homem e fazer brigas de travesseiro de lingerie, comer só salada durante um encontro amoroso…. não? Não, é claro que não!!! Para realmente entendermos o Feminino, é preciso parti-lo ao meio, picá-lo em muitos pedaços e desfragmentar todos os conceitos, pré-conceitos, dogmas, valores e registros sobre o que é feminilidade e o que é da mulher. Somente quando jogamos tudo isso em uma lata de lixo é que poderemos começar a de fato entender e futuramente ser um
Feminino autêntico, que irá “bater às portas” do Sagrado.

A ressignificação do que é ser mulher, vai de total encontro ao que é o feminino. Porque até hoje, relacionamos isso diretamente ao que define um gênero. Ou seja, isso é coisa de mulher e isso é coisa de homem. Mulher pode isso. Mulher não pode aquilo. Quando fazemos isso, vamos naturalmente colocando dentro de um quadrado o que valida o feminino e o que o desqualifica, e naturalmente,
restringimos à expressão do feminino nas mulheres e também nos homens. O Sagrado Feminino está além de questão de gênero, porque é uma energia, um poder e uma força que habita todos, sem distinção. Há um imenso poder dentro de nós que contêm todas as nossas capacidades, potencialidades e latências inerentes, com um poder de transformação e uma característica peculiar inerente das nossas próprias forças. Apesar de estar relacionada com o feminino, não está relacionada com gênero, mas sim com a força e poder da energia feminina dentro de cada um de nós: homens e mulheres.
 

O conhecimento do Sagrado Feminino é adquirido através de livros, cursos e grupos de estudos chamados de "círculo de mulheres". Nesta filosofia, as mulheres estudam um conceito diferente sobre si próprias, que engloba os aspectos emocionais guardados no corpo, a sintonia entre a menstruação e as fases da lua, a veneração das Deusas de todas as mitologias e a semelhança delas com cada mulher, assim como a influência que a natureza tem sobre nosso corpo e psique.

Quando a mulher passa a enxergar em si essa manifestação da própria Mãe Terra, Mãe Natureza, o arquétipo da geradora e nutridora, ela percebe em si os ciclos iguais aos da terra, entende e fica receptiva a grande energia criativa e fértil que flui no corpo e na mente. Isso começa mudar sua consciência, sua auto confiança, auto estima e seu poder interior. Esta é a grande força do sagrado feminino, fazer emergir a essência, redescobrir a história, a cultura, a sabedoria e poder ancestral esquecido. Fazer a mulher se familiarizar com a essência divina interior, compreendendo e aceitar os ciclos naturais do seu corpo, sua mente e sua alma.


Nesta filosofia de vida, as mulheres passam a valorizar mais seus ciclos naturais, como a menstruação, a maturidade, a gestação, o parto e a amamentação. No entanto, não são induzidas a serem radicais ao viver esses períodos ou exercer determinadas funções. O valor está em aceitar a naturalidade das coisas, seu histórico de vida, vontades e capacidades. Aprendendo a se conhecer de forma mais profunda e a aceitar os acontecimentos da vida e a si mesma, as feridas começam a ser curadas e as mulheres podem passar a se aceitar melhor.
 

As mulheres que seguem essa antiga e eterna tradição ou ‘sabedoria natural’ que inclui intuição, cura, interação, energias cíclicas de criação, sustentação e transformação, conexão com as forças da natureza,poderes e consciências superiores; quebram os padrões e realinham-se suas raízes e ao proposito superior da feminilidade auxiliando e promovendo a cura do planeta e do coração humano, auxiliando nessa nova vibração e ciclo evolucionário planetário.

O uso de rituais, consagrações, simbologia ou mitologia, pode ajudar algumas mulheres a conectarem, manterem e potencializarem sua conexão com esta rede, porém cada mulher, desde que bem conscientes, podem seguir suas próprias práticas e chegam ao seu encontro profundo da forma que mais se sentirem a vontade.


Você não encontrará o “sagrado feminino” num workshop com fogueiras e cantos, danças e pinturas. O feminino sagrado é a Deusa em você, é Deus ao feminino em você que exige seu compromisso e sua lealdade. É começar a reconhecer como sagrada sua voz interior, começar a se ouvir, começar a deixar as tramóias de lado e ser honesta, transparente, impiedosamente transparente consigo mesma.

“Recuperar o sagrado feminino em nós significa deixar a nossa vida criativa
florescer; nossos relacionamentos adquirirem significado, profundidade e saúde; nossos ciclos da sexualidade, criatividade, diversão, e trabalho serem restabelecidos. Nós temos o dom inato de dispor de uma observadora interna permanente, uma sábia, uma visionária, um oráculo, uma inspiradora, uma intuitiva, uma criadora, uma inventora, e uma ouvinte que guia, sugere e estimula a vida vibrante nos mundos interior e exterior. Nós somos isso e muito mais!”
– Clarissa Pinkola Estés
   

Por fim, deixo como dica 3 livros sempre muito bem indicados para quem quer começar a estudar e se aprofundar um pouco mais na temática. A autora Claissa Pinkola Estés é icônica e referência quando se trata desse assunto.


É isso, espero que tenham gostado de conhecer um pouco sobre esse assunto. E, pra quem quiser, há um grupo incrível no Facebook para interação e discussão do qual participo: Sagrado Livre Feminino.


» fontes: 1 - 2 - 3
» imagens: dean raphael