21 junho 2016

1 filme, 1 palavra, 1 música

O Clube dos Incompreendidos


O filme espanhol "El Club de Los Incomprendidos é de 2014 e tem a direção de Carlos Sedes.
O filme é uma adaptação do best seller "Bom Dia, Princesa", do escritor Francisco de Paula (conhecido como Blue Jeans) e conta a história de 6 jovens completamente diferentes que, a princípio, tinham apenas uma coisa em comum: frequentar o grupo de terapia da escola por possuírem problemas muito particulares e singulares em suas vidas. Mas, com o desenrolar da história, percebemos que essas diferenças os ligam e os fazem construir laços fortes que suportam qualquer provação. Nasce assim "O Clube dos Incompreendidos", um lugar para esses que se sentiam deslocados, mas que descobriram que eram apenas incompreendidos. 
O filme é leve, mas nem por isso passa batido por temas bem delicados, intensos e profundos da juventude, como relações familiares, de amizade e amorosas e diversos conflitos que surgem diante disso. 
♥ 
Crescimento

A palavra de hoje poderia ser várias: intensidade, resiliência, amadurecimento, mas eu optei por escolher essa. O filme que escolhi acima fala da juventude, a época mais intensa, acredito eu, da vida de qualquer pessoa. É o auge. Onde o tempo não é cronológico, onde o tempo é um tempo intenso, as situações, os sentimentos, as paixões, as dores, são vividas todas de forma muito intensa também. Há uma pressa, uma ânsia de viver, uma ansiedade. Mas é também a fase que nos permite experimentar, errar, amadurecer e crescer. Resumo tudo nesse trecho:




Pra mim, a música que melhor representa toda essa fase. O clipe revela toda essa intensidade, experiências, sonhos e fôlego, típicos da juventude. O trecho que mais gosto, o refrão:

"Now i'm just chasing time
With a thousand dreams I'm holding heavy
And as we cross the line these
fading beats have all been severed
Don't tell me our youth is running out
It's only just begun."

"Agora eu só estou perseguindo o tempo
Com mil sonhos que eu estou segurando fortemente
E enquanto nós cruzamos a linha
Essas batidas enfraquecidas foram todas cessadas
Não me diga que a nossa juventude está se esgotando
Ela apenas começou."

Enfim, é isso! Espero que tenham gostado e se identificado. Alguém conhece o filme e/ou a música? Deixem aqui nos comentários! Beijos.

17 junho 2016

Mãe e filha na natureza selvagem


Morgan e sua filha Brechler Hadlie, de apenas três anos de idade, estão em turnê juntas pelo continente desde que Hadlie tinha apenas 18 meses, e demonstram mais uma vez que a maternidade é compatível com a realização de todos os tipos de sonho.

Para Morgan, que era uma mãe com apenas 22 anos, sua vida começou quando Hadlie nasceu, e, assim, tornou-se um exemplo para todas as mulheres que têm medo de ser mães, porque não sabem que elas podem continuar a fazer tudo o que quiserem, ou para as mães que querem se aventurar mas têm medo de fazê-lo com os seus pequeninos.




Morgan fez junto com Hadlie uma excursão no Grand Canyon no Arizona, Joshua Tree, na Califórnia, e vários locais no México e Havaí.

Juntos elas exploram paisagens, escalam montanhas, acampam, ficam em contato com a natureza e, acima de tudo, compartilham juntas atividades incríveis e criam entre elas uma relação muito especial.






A pequena mochileira de apenas três anos pode não se lembrar de todas as viagens que ele fez tão nova, mas Morgan é responsável pelo registro de cada uma, para depois mostrá-la.
Também é certo que sua filha, embora não se lembre de cada detalhe, guarde em sua alma essas experiências incríveis ao crescer e se torne uma menina corajosa e amante da natureza.

Hadlie começou a “escalar” antes dos 18 meses praticando com a ajuda de sua mãe em uma parede especial, de modo que pra ela subir as rochas é tão comum quanto caminhar, e com a sempre próxima companhia de sua mãe nunca está em perigo.


 


Morgan conta que escolheu esse estilo de vida porque queria dar à filha uma mensagem clara: “Toma o mundo, é seu, e não tenha medo, porque estarei sempre ao seu lado.”

Mãe e filha não começaram direto por escaladas de montanhas, mas sim por caminhadas curtas em torno do Arizona, Estados Unidos, o lugar onde vivem. Quando Morgan percebeu que Hadlie gostava da vida na natureza, tanto quanto ela, decidiu que elas estavam prontas para dar o próximo passo.


 

O modo de vida que a pequena Hadlie conhece é muito diferente do que o que ela teria se elas estivessem vivendo o tempo todo na cidade: quando ela está viajando com a mãe, sabe como é viver sem Internet, televisão, telefone e comodidades.

Assim, Hadlie conhece as formas de vida alternativas, para quando crescer poder escolher como quer viver. A menina gosta de desenhar, brincar com animais e explorar novos lugares, e sua mãe a acompanha com amor e carinho nesta grande viagem que elas estão realizando.


Pura inspiração, né? Agora não tem desculpa pra não viver grandes aventuras.

Confiram mais fotos no instagram da @morganbrechler

15 junho 2016

Meu presente de Dia dos Namorados para o Caio


Olá, pessoas!! Hoje vim mostrar pra vocês o que dei de presente de Dia dos Namorados pro Caio. Não é pra exibir (hahaha), mas sim pra poder talvez inspirar vocês a compor um presente legal e cheio de detalhes e carinho.


Eu sempre procuro comprar algo que ele esteja querendo no momento, porque assim tenho certeza de que o presente vai agradar. Ele me contou há um tempo atrás que estava querendo muito ler esse livro do Jung e aí aproveitei a deixa e comprei.


Porém, contudo, entretanto, eu sempre tento agregar com algo que imagino que vá ser realmente uma surpresa pra ele e que mostre que eu realmente conheço o que ele gosta. Dessa vez eu comprei esses dois chás pra completar. O Casino, que é francês, e o Twinings, londrino. Ele, assim como eu, ama chás, então já sei que é certeiro.
  

E além dos presentes comprados, eu sempre faço algo com minhas próprias mãos. É o momento em que entra a maior parte do carinho envolvido no presente, já que é uma produção minha pra ele e onde posso usar minha criatividade diretamente. Eu fiz esses biscoitinhos amanteigados com recheio de doce-de-leite, que ele adora, pensando nele, pra ele poder comer acompanhando os chás. 


Usei um cortador de coração que já tinha comprado há algum tempo pra dar essa forma aos biscoitos, reutilizei um pote de palmito bem esterilizado e imprimi essas etiquetinhas fofas pra dar um toque a mais. E, como esperado, ele amou!

Todo presente deve ser comprado pensando na pessoa, nos seus gostos, e sempre com muito amor e carinho, não só um "comprar por comprar", pra cumprir uma obrigação de uma data. Pra mim, essas datas "forjadas" pelo capitalismo são só mais um pretexto pra poder agradar quem eu amo. 

É isso! Espero que tenham gostado e se inspirado. Beijos e até a próxima!!

03 junho 2016

Aprecie o silêncio


Quando silenciamos podemos ouvir melhor.
Quando silenciamos podemos sentir melhor.
Quando silenciamos nos permitimos banhar por todos os sons e por todas as formas.

"Mais difícil do que o silêncio da boca, das palavras, dos sons emitidos é o silêncio interno, o silêncio da mente. Apenas quando a mente silencia podemos entrar em contato com a essência do Ser.
Mas, temos por hábito falar e comentar, nos entreter com sons e imagens, fugindo do encontro profundo com a realidade. Criamos realidades falsas sobre a realidade verdadeira. Queremos acreditar em nossas fantasias e nos incomoda o silêncio que permite penetrar no real e cancelar o falso. São armadilhas da mente humana. Buda dizia que "a mente humana deve ser mais temida que cobras venenosas e assaltantes vingadores." Por isso é necessário conhecê-la. Conhecer a própria mente. Para isso há o caminho do silêncio. O caminho de aquietar as oscilações mentais.

Estamos muito acostumadas ao entretenimento. Mantendo a televisão, rádio, computador, facebook celulares, ligados o tempo todo. A mente está ligada o tempo todo, sim, mas entre pensamentos há espaços vazios e não estamos acostumadas a observar esse vazio. O excesso de informações, de estímulos, nos faz esquecer da pausa, da doçura do silenciar, do aquietar.

Desaprendemos a estar com alguém em silêncio. Sentir a presença de alguém sem precisar conversar, falar, comentar. a realidade. Apenas estar presente. Presença absoluta, sem nada extra, sem nada faltando. Podemos estar em grande intimidade, sem nada dizer.

Talvez as experiências mais profundas sejam silenciosas - quer de alegria, quer de tristeza. Temos de aprender a nos recolher em nós mesmos e reaprender a ouvir o grande silêncio.
Sem apego e sem aversões, ouvir o silêncio e apreciar a vida." 

(Monja Coen)



Os dias de folga são perfeitos para atividades calmas, que proponham reflexão, relaxamento. O universo fala alto a quem ouve o silêncio. Muitas vezes é nele que encontramos respostas.
Um ambiente quieto pode ser melhor para realizar algumas tarefas criativas ou de repouso. Fiz uma listinha com algumas formas de apreciar o silêncio. 


1. Pratique yoga e meditação: As aulas são dadas com os praticantes em silêncio, o que fomenta o autoconhecimento. Assim, sem fontes externas de interrupções, a ideia é focar totalmente na compreensão do corpo, em esvaziar a mente e conectar mente e organismo da forma mais pura quanto possível.
2. Nade! Vá para dentro d’água e ouça o som da sua respiração, dos seus braços e das suas pernas. É uma atividade que descansa a mente. Concentrar-se apenas no ritmo das braçadas pode ser um extremo relaxante. Atividade para praticar em silêncio, e garantir um sono perfeito.
3. Correr: Nos primeiros instantes, muitos pensamentos invadem a mente. Depois, restam apenas os passos e a respiração. Olhe a paisagem, sinta o vento: uma atividade para aumentar a sensação de liberdade. A melhor opção é correr num lugar onde exista apenas sons da natureza.
4. Escute música: Pode parecer contraditório, mas ouvir música seja ela clássica, popular, rock n´roll – independente do estilo, pode te ajudar a penetrar no silêncio da mente. Como? Apenas ouça. Preste atenção, calmamente, em cada nota, no som dos instrumentos, nos sentimentos que envolvem a música e também nas pausas e espaços.
5. Leitura: a tarefa mais clássica quando se fala na ausência de sons. Ler em silêncio é ainda melhor para que haja concentração e imersão na história. Nossa sugestão é leitura numa rede de descanso, ou um outro local bem confortável, onde o vento circule.




Pratique a arte de não falar e silenciar a mente. Tome algumas horas para se abster de falar. Fique em silêncio, cultive o seu próprio poder interno. Se permita!

29 maio 2016

Mulheres vivem mais quando em contato com a natureza


Um estudo recente revelou que mulheres vivem mais tempo quando cercadas pela natureza.

Um grupo de cientistas lançou a hipótese de que os ambientes naturais ajudam a reduzir o estresse e aumentar a atividade física e social – o que leva a uma melhor saúde. Para chegar a essa hipótese, pesquisadores acompanharam 108,630 mulheres, entre os anos de 2000 e 2008. 8.604 delas morreram durante o estudo. Fatores como idade, raça, tabagismo e nível socioeconômico foram levando em consideração, e a descoberta é de que mulheres que vivem com o mais verde em um raio de 250m perto de suas casas tiveram uma taxa 12% menor entre todas as causas de mortes não acidentais. (Estas associações foram mais fortes para a mortalidade por complicações respiratória e câncer).



As pesquisas concluíram que níveis mais elevados de convivência com a natureza diminuíram a mortalidade nestas mulheres. É uma informação poderosa para refletir sobre o meio de vida contemporâneo em áreas urbanas. Por que menos vegetação significa menos atividade social? A redução da atividade física e social pode perfeitamente levar à depressão e depressão não é boa para saúde de ninguém. Se você quer viver uma vida longa e saudável, considere cercar-se de natureza ♥
Já foi comprovado também que o contato com a natureza torna as pessoas mais sensíveis ♥



Pra ilustrar esse estudo maravilhoso decidi trazer algumas fotos que tirei em um dos lugares que mais amo e me sinto bem: a "roça" onde meu sogro tem casa. Já contei aqui que esse cantinho se chama Espraiado e fica a 11 km de estrada de chão da cidade de Passa Vinte/MG.



"Eu quase não saio, eu quase não tenho amigos. Eu quase que não consigo ficar na cidade sem viver contrariado.
Eu quase não falo, eu quase não sei de nada. Sou como rês desgarrada nessa multidão boiada caminhando a esmo."


Coisas Fúteis - Desde 2011. Tecnologia do Blogger.
ㅤ ㅤ © , All Rights Reserved. BLOG DESIGN BY Sadaf F K.