Dica de filme: Livre


Sinopse: Após a morte de sua mãe, um divórcio e uma fase de autodestruição repleta de heroína, Cheryl Strayed (Reese Witherspoon) decide mudar e investir em uma nova vida junto à natureza selvagem. Para tanto, ela se aventura em uma trilha de 1100 milhas pela costa do oceano Pacífico.

O filme "Livre", ou "Wild", em inglês, conta a história verídica e biografada em livro de Cheryl Strayed, que após a morte de sua mãe e o fim de seu casamento, decidi empacotar tudo e sair em busca de si mesma. Uma história não tão nova assim, mas que não deixa de ser linda. O filme fica entre um "Na Natureza Selvagem" e "Comer, Rezar, Amar", mas claro que não pode ser comparado, pois é único. Livre é baseado no livro "Livre - A Jornada de Uma Mulher Em Busca do Recomeço".


O filme começa com Cheryl já na natureza e, depois, com flashs sobre seu passado, a história dela se desenrola e aos poucos vamos entendendo o que a levou a fazer a trilha de 4.200 km, que inclui toda a costa oeste dos Estados Unidos, da fronteira com o México até o Canadá, conhecida como "Pacific Crest Trail". 
Após a morte precoce de sua mãe, aos 45 anos, de câncer, ela começa a usar drogas pesadas e fazer sexo desenfreadamente, chegando a trair seu marido com vário homens, o que levou ao fim do seu relacionamento de 7 anos. A partir disso ela decide, como ela mesma diz, "andar a pé até ser a filha que a mãe criou". 
Cheryl tem uma relação conturbada com seu irmão e não possui mais contato com seu pai, que foi muito violento com eles e sua mãe durante a infância. Mas possui uma amiga fiel e seu ex-marido, que lhe dão todo apoio "psicológico" e material para seguir a trilha até o fim.


O que dá mais emoção e apreensão é que Cheryl toma essa decisão sem ter nenhum experiência em caminhadas/camping. Ela somente sai em busca de autoconhecimento. E também como forma de expurgar a dor de um passado de drogas e promiscuidade, que a fere demais.
A gente a acompanha por cadeias de montanhas, desertos, florestas, nevasca, com paisagens exuberantes e de tirar o fôlego, e a acompanha em sua caminhada solitária. Acompanha ainda suas aflições de não conseguir montar a barraca, de lidar com animais que apareciam, com as botas menores que os pés e o fogareiro sem gás, a falta de água...


Pode parecer entendiante imaginar 2 horas de filme mostrando uma trilha e contando uma história, mas não é nem um pouco! Principalmente pela edição descontinuada, os flashs não lineares e memórias que vão aparecendo ao longo do filme. Um recurso batido, mas que foi usado de maneira rica, fora de ordem, sem padrão, para traçar o perfil psicológico e a trajetória de vida da personagem. 
O filme também não se torna tão solitário e introspectivo porque Cheryl sempre encontra pessoas quando sai da trilha em determinadas "paradas", pega caronas, etc. Existem diálogos também, não só pensamentos e narrações por parte dela.


A atuação de Reese também está incrível. Esqueça completamente a mocinha de Legalmente Loira e prepare-se para uma mulher forte, corajosa e sensível. Ela ganhou o papel numa disputa com Emma Watson, Jeniffer Lawrence e Scarleth Johansson.
Emocionante, bonito, sem dramas demais ou melancolia. Mostra o reencontro consigo mesmo, reconexão. Não é só sobre uma percorrer uma trilha e os desafios físicos, não é sobre "sair do sistema", fugir. É sobre a autodescoberta e autoaceitação.
O filme também é uma lufada de ar para quem não aguenta mais o meio urbano e um incentivo a mais pra quem sonha largar tudo e se encontrar.
Durante as cenas a gente pensa em um turbilhão de coisas e realmente nos colocamos pra pensar e refletir sobre como estamos levando nossas vidas. Em vários momentos me peguei com os olhos cheios d'água. Com certeza o melhor tipo de filme que pode existir, e o meu estilo favorito.

E quem quiser, pode assistir ao trailer:


É isso, espero que tenham gostado da indicação. Quem aí já assistiu? Quem ficou com vontade de assitir? Me contem nos comentários. Beijos!

A nota para esse filme é: 5 baldes de pipoca

Wishlist literária: Culinária, Gastronomia e Nutrição

    
Como dizia um post que li esses dias no blog Alimentação Inteligente, "cozinhar é amor-próprio e segurança alimentar.". Cozinhar pra mim é uma terapia, um ato de amor consigo e com os outros. Confesso que gostaria de ter mais ânimo/tempo para ir para a cozinha, e é por isso mesmo que adoro livros de culinárias cheios de receitas maravilhosas, livros de nutrição e gastronomia, que dão uma inspiração e um gás para colocarmos a mão na massa. Hoje vim compartilhar com vocês alguns que estou desejando. Recentemente comprei o da Bela Gil, que esteve em um das minhas listas e em breve resenharei ele. Aqui vão os que estou planejando comprar futuramente...


1. Pitadas da Rita - Rita Lobo: o segundo livro de receitas e dicas de Rita Lobo, apresentadora de um programa no GNT e autora best-seller, que já vendeu mais de 100 mil exemplares de seus livros de culinária.  Rita Lobo nesse livro compartilha receitas e dicas que foram testadas, aprovadas e fotografadas no blog Pitadas, do site Panelinha, e no programa Pitadas da Rita na Rádio Eldorado. Deliciosas e práticas, essas Pitadas prometem trazer novo fôlego para a cozinha do dia a dia.

2. Panelinha- Rita Lobo: esse foi o livro que precedeu o Pitadas. Panelinha é o site que Rita Lobo criou no ano de 2000 para ensinar a preparar pratos saudáveis, revelando truques e manhas, de modo que qualquer pessoa consiga fazer. Para o livro, foram reunidas sugestões para variadas situações e ocasiões do cotidiano: jantares práticos, saladas elaboradas, massas rápidas, grãos para o dia a dia, comida de criança, pratos variados com peixes, aves e carnes, sobremesas saudáveis, bolos fofíssimos, pães integrais, tudo para facilitar a vida das pessoas que acreditam na boa alimentação como a base da vida.

3. Em Defesa da Comida - Michael Pollan: neste manifesto a favor de uma alimentação de verdade, Michael Pollan nos prova que, em vez de alimentos, somos levados a ingerir 'substâncias comestíveis parecidas com comida'. O autor denuncia as razões para nossa alimentação se basear em produtos processados colocados à disposição de acordo com as prioridades da agroindústria e da indústria alimentícia, e conforme os dogmas da ciência da nutrição. Pollan investiga também os motivos de a maior parte dos alimentos da dieta ocidental ser comercializada com destaque de seus benefícios à saúde. Hoje os comestíveis anunciam 'vitaminas', 'baixo teor de gordura' ou 'enriquecimento' com ômega-3, ferro, magnésio, soja - e uma série de elementos pretensamente saudáveis, que variam conforme campanhas de marketing fundamentadas em diretrizes econômicas e/ou governamentais. 'Em defesa da comida' ressalta que esse deve ser o primeiro sinal de alerta. Afinal, quatro das dez principais causas de morte na atualidade são doenças crônicas ligadas à alimentação - distúrbios coronarianos, diabetes, AVC e câncer.

4. O Grande Livro da Palmirinha: 1000 Receitas Deliciosas da Vovó Mais Querida do Brasil: quem não ama essa vovó que prepara receitas mais que maravilhosas? Lembro que quando criança acompanhava o seu programa à tarde, junto com a minha avó (que delícia!!) e quando descobri que esse livro tinha sido lançado fiquei enlouquecida. O livro traz o modo de preparo bem detalhado, indicação de rendimento dos pratos e as dicas da Palmirinha para variar o sabor, baratear a receita ou tornar o modo de fazer mais prático. Nos anexos, os leitores podem descobrir mais sobre temperos e ervas, consultar um glossário com os termos mais usados na cozinha, aprender algumas regrinhas de etiqueta e muito mais. 

5. Chá: Rituais e Benefícios - Christine Dattner: o batedor do Matcha japonês, a bombilha e a cuia do mate gaúcho, as chaleiras com memória chinesas, a caneca inglesa... esses objetos que servem o chá há muitos séculos serão desvendados nesta preciosa edição. Convida-se o leitor a descobrir os segredos dessa planta de mil virtudes, sua história, os mistérios que envolvem sua fabricação e degustação no mundo.

6. Slow Food - Carlo Petrini: conheci o Slow Food através da Bela Gil. Essa postura preconiza uma nova gastronomia. Ao gastrônomo cabe o papel que Carlos Petrini denomina 'coprodutor' - alguém conhecedor da agricultura e pecuária; das condições dos trabalhadores do campo; da procedência dos produto. Ser uma pessoa ativa na mudança do planeta - rejeitar alimentos provenientes de exploração humana, de meios de transporte poluidores em excesso, de empresas que arruínam culturas locais ao se instalarem nas comunidades. Tudo isso para que um mundo mais justo e sustentável se torne realidade.

7. Prato do Dia: Vegetariano - Tiça Magalhães: A chef Tiça Magalhães apresenta, neste novo volume da série Prato do dia, opções variadas do cardápio vegetariano que vão do almoço ao jantar, passando, é claro, por deliciosas sobremesas. As receitas de Prato do dia: Vegetariano, mesmo as mais complexas, são acessíveis a todos, que poderão ter em casa o prazer de uma refeição diversificada e nutritiva, sem a necessidade de consumir carne.

8. Viagem Ao Mundo Do Chá: Tao Te Cha: hoje símbolo de paz e tranquilidade, o chá - também conhecido como 'ouro líquido' - já foi motivo de guerra e de pirataria e também protagonista de momentos decisivos da história mundial. Muito além de uma simples bebida, sua história envolve mitologias, lendas, história e curiosidades. O chá é considerado mágico e curativo para muitas culturas. Leve como um gole de chá, neste livro a autora percorre a trajetória dessa especiaria na China, no Japão, na Inglaterra, entre outros países para os quais migrou e se consolidou como um saudável hábito. Tenha acesso a um universo ainda desconhecido para muitos sobre as receitas históricas, os rituais e o processo de origem dos mais variados tipos de chás.

9. A Pequena Cozinha em Paris: conheci a Rachel Khoo também pela TV a cabo (GNT ou Multishow, não lembro) e a também a sua história. Ela se mudou para um pequeno apartamento em Paris e mergulhou de cabeça na gastronomia mais chique do mundo. Depois de anos morando na cidade, Rachel se formou na prestigiosa escola de culinária Le Cordon Bleu e passou a dar seu toque especial a vários pratos renomados. A pequena cozinha em Paris traz essas versões especiais dos clássicos e vai muito além dos livros de culinária tradicionais. A jovem chef britânica complementa suas criações com curiosidades sobre cada prato e detalhes do dia a dia na capital francesa. Rachel celebra e desmistifica a culinária francesa, revelando como é fácil transportar para a nossa casa a beleza e o aconchego parisienses. Todas as mais de 100 receitas podem ser preparadas por qualquer um, mesmo numa cozinha apertada e com ingredientes encontrados no supermercado da esquina. 

10. A Cozinha Vegetariana de Astrid Pfeiffer: Receitas Veganas Práticas, Modernas e Nutritivas: esse livro traz 60 apetitosas receitas para tornar a sua mesa mais leve, saborosa e saudável. Preparados com ingredientes naturais e integrais, os pratos são rápidos e fáceis de fazer. Se você é vegetariano, tem algum amigo ou parente vegetariano, ou come carne mas quer melhorar a qualidade de sua alimentação, este livro é para você. Todos os pratos vêm com uma tabela de nutrientes fácil de consultar, nenhuma receita contém lactose, e 80% delas não contêm glúten.

11. Por uma Vida Mais Doce - Danielle Noce: já contei aqui no blog que conheci o trabalho da Danielle através do canal VH1, depois descobri que ela tinha um canal no Youtube. Ela foi ganhando cada vez mais reconhecimento e agora as melhores receitas do I Could Kill For Dessert, o maior site de confeitaria do Brasil, podem estar em suas mãos. São mais 170 deliciosas receitas, explicadas de maneira muito simples e acompanhadas de belíssimas fotos que ajudarão você a montar perfeitamente cada prato. E não se preocupe se você não conseguir entender algum passo do modo de fazer: o livro traz vários links que você poderá acessar e ver a Dani preparando a receita com muita graça e doçura.

12. Guia Prático da Autossuficiência - John Seymour: este livro mostra que a autossuficiência não significa o regresso a um passado místico, em que as pessoas, recorrendo a utensílios arcaicos, com muito esforço arrancavam do solo sua subsistência e queimavam os vizinhos incômodos, acusando-os de bruxaria. Autossuficiência não significa "voltar atrás", não significa aceitação de um nível de vida inferior desde que você não avalie o nível de vida pelo número de cilindros do seu carro, pelo número de ternos ou vestidos que você tem nos armários ou, ainda, pela área do seu apartamento.
A autossuficiência irá ensiná-lo a viver autenticamente, libertá-lo das tarefas superespecializadas dos escritórios e das fábricas; ela colocará você diante de inúmeros desafios que o farão chorar às vezes de alegria, outras, de tristeza. Além disso você sentirá que está revivendo, seu corpo se habituará de novo aos alimentos frescos e naturais, e seus músculos se desenvolverão.
São 253 páginas apresentando dicas práticas de produção agrícola, beneficiamento de produtos do sítio, trato com animais, energias naturais, artesanato etc. Explica como lidar com a colheita, respeitar a terra, manter-se saudável e não desperdiçar nada, embalar o feno, criar coelhos, fabricar tijolos, e muito mais. A versão original é de 1997.

13. Na Cozinha Com Nigella - Nigella Lawson: Nigella também é uma chef, escritora e apresentadora britânica, que tem seu programa exibido na TV a cabo. Seu livro conta com receitas rápidas, perfeitas para aqueles dias em que o tempo é escasso, e pratos preparados lentamente, ideais para os finais de semana e ocasiões especiais, e ainda doces e sobremesas irresistíveis que a tornarão uma verdadeira deusa na cozinha.
O livro responde alguns dilemas culinários cotidianos - como o que servir aos filhos para o jantar, como improvisar uma refeição para amigos em minutos ou o que fazer com aquelas bananas escurecidas, maçãs enrugadas e ameixas duras como pedras. E também mostra como uma receita pode ser transformada em outra, não desperdiçando as sobras. Nigella também define os utensílios e ingredientes imprescindíveis na cozinha (e os completamente desnecessários).

14. Economize com Jamie: Compre Bem, Cozinhe Melhor e Desperdice Menos: pra quem não conhece, Jamie Oliver é um chef inglês extramente famoso, com muitos livros publicados e engajado em causas sociais, preocupado com a difusão da boa alimentação pelo mundo. Neste livro ele mostra que cozinhar melhor é aproveitar bem os alimentos, usando as sobras para o preparo de 120 deliciosas opções de pratos. Uma equipe nutricional acompanha todo o trabalho para garantir que as receitas sejam equilibradas, contendo ingredientes de cada um dos grupos alimentares.
Ilustrado com belíssimas fotos, o livro ensina como comprar bem e desperdiçar menos. Na visão do chef inglês, comprar bem significa explorar supermercados, açougues, feiras, peixarias e mercadinhos do bairro: tudo vale a pena para encontrar um produto de excelente qualidade pelo melhor preço.
Jamie dedicou a parte inicial do livro para indicar os ingredientes básicos que o cozinheiro deve ter em casa, no freezer, na geladeira e na despensa. Ali estão listados onde e como guardar cada tipo de alimento da forma mais adequada.

15. 500 Sucos e Vitaminas - Christine Watson: para ter boa saúde e cabelos e pele bonitos é importante consumir uma grande variedade de frutas e vegetais todos os dias. Nosso corpo precisa de alimentos frescos e sucos e vitaminas são uma opção de se obter uma dose de nutrientes saudáveis. Um copo de suco ou vitamina pode representar até 4 ou 5 das porções diárias recomendadas de frutas ou vegetais. Entre as 500 receitas de sucos e vitaminas deliciosos, você vai encontrar também infusões aromáticas, sucos desintoxicantes para 'o dia seguinte', combinações para o café da manhã, vitaminas irresistíveis especiais para crianças, drinques para relaxar, sugestões de sobremesas, além de uma seleção incrível de cremosos milk-shakes. Por ser um livro de sucos, trata-se de algo bem denso, contando com 288 páginas.

É isso, pessoas lindas!! Já conheciam algum? Ficaram com vontade de ler também? Espero que tenham gostado. Beijos!

» imagem | cole's clean cousine

Document Your Life: Junho 2015


Maio foi um mês corrido e não fiz muitas coisas, então não deu pra criar um vídeo do DYL só pra maio. Junho passei por um momento em que procurei viver as situações ao máximo e deixar as tecnologias um pouco de lado. Deixei a câmera em casa em muitos lugares que fui, como teatro, pizzaria, cafeteria, o aniversário de 1 ano do meu irmão...
Então resolvi juntar os dois meses em um vídeo só. E tá aí o resultado:



Espero que tenham gostado. Mil beijos!

Gentileza gera gentileza


Vivemos numa sociedade cada vez mais alienada e desumanizada... a correria nos impede de parar para cumprimentar e bater papo; os cubículos dos escritórios tornaram o mundo do trabalho num local isolado, assim como as fábricas; as televisões, computadores e celulares prendem-nos e não nos deixam sair e conviver com outras pessoas. Embora nada disto seja mau ou inapropriado em si, temos de assegurar que não estamos nos isolando do mundo, invertendo valores e nos apegando a coisas passageiras.
Há uma crescente tendência ao egoísmo em detrimento da ajuda ao próximo, conhecido ou desconhecido. O gentil é visto em nossa sociedade do "jeitinho", como o "bobo" da história, que perdeu uma oportunidade de se dar bem. Essa é uma tendência que é preciso contrariar. É preciso lutar contra o egoísmo, a inveja e a avidez. Como? Dar mais de nós aos outros. Porquê? Ao estender a mão a outro ser humano não só vai ajudar, como vai sentir-se melhor consigo próprio; vai melhorar algum aspecto da vida dessa pessoa, nem que seja apenas naquele momento;
A gentileza é contagiosa; o mundo torna-se, aos poucos, um lugar muito melhor. Quando? Hoje. Não sabe por onde começar? Vou lhes dar uma pequena ajuda...

  1. Sorria e seja simpático: um gesto tão simples e pequeno como este pode ter um impacto profundo no dia de outra pessoa, que pode acabar por fazer o mesmo por outra pessoa e por aí vai…
  2. Faça voluntariado: não precisa de ir todos os dias ou todas as semanas, mas inscrever-se numa instituição onde possa fazer voluntariado é uma das coisas mais maravilhosas que pode fazer por si e por muitas pessoas. Pode ser visitar um asilo, que seja.
  3. Pare para ajudar: a próxima vez que vir alguém deixar cair algo, que parece estar perdido ou carregando algo pesado, pare e pergunte se pode fazer alguma coisa para ajudar. Só isso já é muito e, se puder apoiar de outra forma, melhor ainda.
  4. Ensine: reserve algum do seu tempo livre para ajudar a ensinar alguém alguma coisa: ensine a sua mãe a utilizar o facebook, uma criança a andar de bicicleta, um amigo a usar melhor um programa que você conhece... qualquer coisa vale. Repasse seus conhecimentos.
  5. Doe alguma coisa que já não usa: pode ser uma coisa, uma caixa ou um saco de coisas. Entregue-as em bom estado numa instituição ou para  uma pessoa que esteja precisando daquilo mais que você.
  6. Console ou ouça alguém que esteja a passar por um momento difícil: quem está em luto, a conviver com uma doença ou qualquer outra dificuldade precisa sempre de um ouvido amigo, palavras reconfortantes, um abraço forte, uma boa distração, uma ajuda em casa ou fora dela para tratar de assuntos pendentes. Seja a mão amiga.
  7. Faça um donativo:  existem milhares de instituições que precisam diariamente de doações materiais, grandes ou pequenas. Em vez de comprar mais uma peça de roupa ou algo que você não está nem mesmo precisando, utilize esse dinheiro para ajudar quem não se pode dar a esses luxos.
  8. Compre alimentos para uma pessoa que está nas ruas: nem todas as pessoas gostam de dar dinheiro a quem pede nas ruas, por isso, utilize-o para comprar um bolo, uma sanduíche, uma bebida quente ou fresca; ofereça estes alimentos com respeito e simpatia, nunca com julgamentos ou questionamentos.
  9. Seja um bom ouvido: muitas vezes uma pessoa que está triste, deprimida, zangada ou revoltada precisa apenas de um ouvido amigo. Deixar essa pessoa conversar e descarregar frustrações pode ser um gesto inesquecível e uma ajuda muito importante. Esteja completamente presente, esqueça de tudo e dedique seu tempo somente a ouvir.
  10. Ajuda na tarefa doméstica: pode ser algo grande ou pequeno – lavar a louça, passar roupas ou tratar do jardim, sempre será uma ajuda muito bem vinda. Valorize quem está ao seu lado e cuida de ti todos os dias. 
  11. Envie uma mensagem simpática: para além de ser uma excelente maneira de manter o contato, uma mensagem bonita pode ser perfeita para agradecer o jantar que algum amigo lhe ofereceu no fim-de-semana passado ou então para dar os parabéns à alguém por mais uma conquista.
  12. Mostre o seu apreço por alguém publicamente: elogiar alguém no seu blog, em frente aos restantes colegas de trabalho ou na presença da família é uma ótima maneira de os fazer sentir valorizados. Às vezes é só de um empurrãozinho e de um reforço positivo que a pessoa precisa pra se sentir melhor e mais confiante. Eleva a auto-estima de qualquer um.
  13. Prepare uma "cesta de carinho": um tupperware de sopa, uma lata de biscoitos, bolinho caseiro, chá, chocolate, livros… qualquer coisa que ache que a pessoa possa precisar ou que irá adorar desfrutar. Pode ser oferecido a alguém que esteja doente ou simplesmente para baixo, precisando de um mimo especial.
  14. Doe alimentos: da próxima vez que for às compras, adquira um saco extra de arroz, leite, etc, deixando-os numa instituição ou para uma pessoa necessitada no seu caminho de volta para casa.
  15. Fique de babá por um dia: todos os pais precisam de uma pausa de vez em quando. Seja para descansar, para resolver problemas ou para ter um tempo de lazer. Conhece algum amigo ou familiar que dificilmente tem uma "folga" dos seus filhos? Ofereça os seus serviços de babá por uma noite ou dia. Eles nunca mais vão esquecê-la!
  16. Empreste a sua voz: existem tantas pessoas necessitadas e desfavorecidas no mundo, precisando se fazerem ouvir, mas não conseguem. Dê a sua voz por essas pessoas – não precisa de assumir a causa sozinho, mas pode juntar-se a um grupo de apoio a pais de autistas, por exemplo, divulgar uma petição que necessita de assinaturas, escrever cartas às entidades oficiais, ajudar em algum processo judicial, participar em manifestações ou vigílias. Há muitas maneiras de se apoiar causas e movimentos socais que merecem visibilidade.
  17. Ame: não há nada mais poderoso e reconfortante no mundo do que o amor, especialmente quando é genuinamente dirigido a outra pessoa em forma de simpatia, carinho, um sorriso, abraço, beijo ou tempo de qualidade. Exprima o seu amor – para quem recebe, é muito mais importante do que se imagina.


Indicação musical: Dom La Nena


Olá, pessoas! Hoje venho compartilhar com vocês uma descoberta musical recente que fiz. Trata-se da cantora Dominique Pinto, mais conhecida como Dom La Nena. Ela é uma gaúcha de voz doce, com músicas que não parecem ser nacionais, pois são calminhas e deliciosas.

A cantora e violoncelista de 25 anos teve seu segundo disco, Soyo, produzido por ninguém mais, ninguém menos que Marcelo Camelo. Na sua trajetória acompanhou  por dois anos a cantora Jane Birkin em uma de suas turnês e, nos intervalos, tocou com a musa do cinema francês Jeanne Moreau.
Ela nasceu em Porto Alegre e passou a maior parte da vida pelo mundo. Primeiro, em Paris, para onde foi com a família acompanhar o doutorado em filosofia do pai. Aos 13 anos, mudou-se para Buenos Aires, para onde foi sozinha estudar violoncelo com Christine Walevska. A temporada de 5 anos na argentina inspirou o no La Nena, ou seja, A Menina. De volta à França, aos 18 anos, acabou passando dois anos em turnê com a Jane Birkin, como falado acima.


Em seu primeiro álbum, Ela, além de violoncelo, Dom La Nena toca piano, contrabaixo e violão. Participam ainda do disco o inglês Piers Faccini (que assina a coprodução), a cantora francesa Camille (que lhe deu aulas de francês) e os brasileiros Kiko Dinucci e Thiago Pethit. Em seu segundo disco, Soyo, ela teve apoio principalmente de Marcelo Camelo, que ela diz compreender exatamente seu estilo/gostos.


Toda essa experiência levou ela ao mundo doce das músicas francesas e a pegada mais bailante da música argentina. Uma mistura que deu certo e resultou em um estilo que é só dela. Com músicas cantadas em português, inglês, francês e espanhol, letras que são a coisa mais linda do mundo, Dominique construiu um som folk nostálgico, que encanta a qualquer um. Sua voz suave envolvida por arranjos minimalistas e delicadas melodias, por vezes se assemelhando a canções de ninar falam de sua vida nômade na infância e adolescência.

E agora, se você está curioso para escutar suas músicas, fica aqui alguns clipes, que também são amáveis, com um toque vintage, analógico de morrer:









É isso, pessoas lindas! Espero que tenham gostado da indicação. Alguém já conhecia? Me contem nos comentários! Beijos.